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Embarque de trabalhadores de usina solar chama atenção na BR-497, em Paranaíba.

  • Silvana Nadir Garcia Machado MTE - 103/MS
  • 18/12/2025

Por: Assessoria

As imagens do embarque de trabalhadores do projeto de energia solar instalado em Paranaíba chamaram a atenção de moradores e motoristas que trafegavam pela BR-497 na manhã desta quinta-feira (18). Dezenas de ônibus estacionados às margens da rodovia e a grande concentração de pessoas no local despertaram curiosidade e levaram populares a registrar vídeos e fotografias da movimentação.

A aglomeração tratava-se do embarque dos colaboradores do Projeto Solar Seriemas, que retornam às suas cidades de origem durante o recesso de fim de ano. A pausa temporária nas atividades segue até o dia 5 de janeiro de 2026, quando as obras serão retomadas.

O Projeto Solar Seriemas faz parte de um conjunto de três megausinas de energia solar cuja implantação foi confirmada pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc). Juntas, as unidades têm capacidade para suprir cerca de 63% do consumo energético atual do Estado, e o empreendimento de Paranaíba se destaca por posicionar o município como um polo estratégico de geração de energia renovável.

Com investimento total de R$ 5,12 bilhões, o projeto é executado pela empresa Casa dos Ventos, referência nacional no setor de energias renováveis, e contempla obras nos municípios de Campo Grande, Paranaíba e Paraíso das Águas. Em Paranaíba, o empreendimento já provoca impacto econômico significativo, com previsão de início de operação entre junho e julho de 2026.

A usina ocupa uma área aproximada de 940 hectares e contará com 889.200 módulos solares, totalizando capacidade instalada de 400 megawatts (MW). Trata-se de uma das maiores estruturas de geração de energia limpa já implantadas no leste de Mato Grosso do Sul, contribuindo para a diversificação da matriz econômica regional.

Além do avanço na produção de energia sustentável, o projeto gera reflexos diretos na economia local, como aumento da circulação de trabalhadores, maior demanda por hospedagem e alimentação, aquecimento do setor de serviços e fortalecimento das cadeias produtivas. No pico das obras, as três usinas solares previstas para o Estado devem empregar mais de 4 mil trabalhadores, parte deles atuando em Paranaíba.

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