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Mais de 6 mil presos de MS trabalham dentro e fora das unidades prisionais.
- Silvana Nadir Garcia Machado MTE - 103/MS
- 23/10/2025
Por: Correio do Estado
Informações da Secretaria
Nacional de Políticas Penais (Senappen) divulgadas neste mês apontam que, no
mês de julho, 33,53% da população carcerária de Mato Grosso do Sul está
inserida em algum tipo de trabalho. Isso significa que um em cada três presos
estão inseridos em atividades laborais
Do total, de 17.478 internos
no sistema prisional do Estado (sem contar a monitoração eletrônica), 5.860
trabalham dentro ou fora das unidades penais de Mato Grosso do Sul.
De acordo com a Agência
Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), isso é o resultado
de políticas públicas, que priorizam parcerias com instituições públicas e
privadas.
Mesmo não estando no topo do
ranking nacional, Mato Grosso do Sul faz parte do top 10 entre os estados com
os melhores índices de presos trabalhando, superando em sete pontos percentuais
a média nacional, que é de 26,15%.
Um destaque importante é que
65% dos internos que trabalham recebem remuneração, o que reforça as políticas
de dignidade e reintegração. Para comparação, no Maranhão, que lidera o ranking
nacional de trabalho prisional, menos de 20% recebem remuneração.
Isso reflete a facilidade de
firmar parcerias no Estado para a ocupação remunerada de custodiados. Dessa
forma, a política estadual de trabalho prisional vem se mostrando uma das mais
consistentes do Brasil, apresentando resultados expressivos tanto em quantidade
como na diversidade das atividades oferecidas.
Outro destaque para o Estado é
a inclusão feminina. Segundo o levantamento, 535 mulheres em custódia estão em
atividade, colocando Mato Grosso do Sul na 5ª posição nacional em números
percentuais, liderando na região Centro-Oeste.
Segundo a diretora de
Assistência Penitenciária da Agepen, Maria de Lourdes Delgado Alves, esses
resultados mostram que o sistema prisional do Estado vê o trabalho como um importante
instrumento de transformação social.
“Cada oportunidade de
colocação no trabalho representa uma nova chance de recomeço,. fortalecendo a
disciplina, o senso de responsabilidade e a autoestima dos custodiados”,
afirma.
Para ela, mais do que gerar
renda e capacitação, o trabalho prisional no Estado desempenha “um papel
estratégico ao promover segurança pública pela via da dignidade e da
oportunidade”.
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